Como diz o meu amigo Lú (Volpato Peças): "tô vortano hein", traduzindo, estou voltando ... devagar ... mas estou. As dores não sumiram (e talvez isso só ocorra depois que descobrir exatamente o que eu tenho e partir daí, fazer o tratamento adequado), mas já é possível "judiar um pouco do couro" e dar alguns "leves trotes", não é masoquismo da minha parte, mas já estava com saudades desse "sofrimento" do bem (se é que isso é possível). Aliás, quase todo corredor que eu conheço sempre está "voltando" ... voltando a correr bem, voltando a sentir dores, voltando de lesão, voltando no tempo final de competição, voltando, voltando, hehe ... Se você está em alguma dessas, bem-vindo ao clube. A gente se vê.terça-feira, 25 de outubro de 2011
Estou voltando!!!
Como diz o meu amigo Lú (Volpato Peças): "tô vortano hein", traduzindo, estou voltando ... devagar ... mas estou. As dores não sumiram (e talvez isso só ocorra depois que descobrir exatamente o que eu tenho e partir daí, fazer o tratamento adequado), mas já é possível "judiar um pouco do couro" e dar alguns "leves trotes", não é masoquismo da minha parte, mas já estava com saudades desse "sofrimento" do bem (se é que isso é possível). Aliás, quase todo corredor que eu conheço sempre está "voltando" ... voltando a correr bem, voltando a sentir dores, voltando de lesão, voltando no tempo final de competição, voltando, voltando, hehe ... Se você está em alguma dessas, bem-vindo ao clube. A gente se vê.domingo, 16 de outubro de 2011
Treinos ... off !!!
Hoje faz exatamente 30 dias que não treino corrida. Parece engraçado como o tempo voa quando olhamos para trás ... mas como é tão longo quando olhamos para frente. É muito estranho imaginar essa cena: a gente tem essa saudável rotina de ao final de um dia de trabalho, trocar de uniforme, incorporar o novo personagem (agora atleta) e sair por aí, mas não é uma simples movimentação física de final de tarde, a gente vai para colocar o corpo à prova, buscar extrair o melhor rendimento dentro do que é possível para um atleta amador e ao final dessa jornada, já totalmente exausto e banhado em suor (independente do frio/calor/chuva/sol), vem aquela ótima e "masoquista" sensação de dever cumprido. Agora sim, temos o direito de chegar em casa, tomar banho, comer alguma coisa, conversar com a família, etc, etc, etc. Depois que nos acostumamos com essa "batida" constante, é difícil não ter isso no cardápio diário. SENTI O QUADRIL DIREITO após 10 tiros de 600 metros, numa noite agradável de quinta-feira (não que esses "tiros" sejam o culpado de alguma coisa ... foi só a gota d'água que transbortou no copo ... me machuquei aos poucos até travar ... em algum momento eu exagerei). Já havia abortado minha participação na Maratona de Foz do Iguaçu (depois de mais de 8 semanas de treinos) exatamente porque não consegui me recuperar de uma dor na região da virilha (à princípio diagnosticada como entesopatia muscular direita do ísquio-tibial - o nome é bonito, mas a dor é chata). Mas essa do quadril, confesso que me pegou de surpresa, porque em todas as outras dores que senti durante ou pós treinos, nunca precisei ficar sem correr por completo. ALIÁS, É MUITO NORMAL O ATLETA TREINAR COM DORES OU ATÉ MESMO LESIONADO, ISSO É TOTALMENTE ERRADO, MAS É ASSIM QUE FUNCIONA, ENQUANTO DÁ PRA CORRER/TREINAR/COMPETIR, A GENTE VAI MESMO - SÓ PÁRA QUANDO TRAVA TUDO. Eu não fujo dessa regra. Procurei um ortopedista (Dr. Luis Lúcio), fiz ultrassom e vários tipos de raio-x (quadril, abdómen, coluna, perna, medição dos ossos, etc), e nada foi constatado, menos mal, mas como tinha muita dor no QUADRIL / VIRILHA / PERNA em qualquer tipo de locomoção simples, o médico pediu que eu fizesse um exame chamado ELETRONEUROMIOGRAFIA (que consegui marcar para o dia 29/11, ou seja, está longe ainda - detalhe: eu tenho plano de saúde). Não estou no ócio, menos mal ... ainda não estou criando "bunda e barriga - kkk". Como consigo pedalar, jorro um pouco de endorfina pelo corpo em cima da bike pink (cor-de-rosa mesmo) da minha filha ou a ergo-bike da minha mulher. Mas eu agradeço à Deus por tudo, eu sei que ele é fiel e sabe o que faz ... eu não sei de nada. Hoje, me sinto bem melhor, praticamente sem dor ... ISSO É FANTÁSTICO ... graças ao patrão Zé Jorge, presidente da Acorremar, que está me orientando num trabalho similar à fisioterapia (e disso o Zé entende muito bem), faz 3 semanas que, paralelo à bike, comecei a fazer 40 minutos de Plataforma Vibratória (isso é bruto para os músculos) e estou começando a fazer também um circuito de: jump, step, abdominal, ergo-bike, extensora e nesta semana vamos tentar a esteira ... imaginem a minha expectativa pra esse momento. Estou na torcida de poder "dar uns trotes" ainda antes de fazer o tal exame marcado para o final do próximo mês. Sou muito grato também pela força e estímulo que tenho recebido dos amigos, especialmente o DESTRUIDOR NILTÃO, RONALDINHO, ÉDER, GILBERTO e o próprio ZÉ JORGE, DONA EVA e a minha família. É isso aí, bons treinos à todos ... a gente se vê por aí.terça-feira, 4 de outubro de 2011
Do virtual para o real
Tive o prazer de no último dia 25/09, um domingo ensolarado (inclusive, data do novo recorde mundial de maratonas homologado pela IAFF) conhecer pessoalmente mais um blogueiro/corredor, trata-se do ESTIVISON, da cidade de Campo Grande (MS), que saiu das telas de computador para "materializar-se" e fazer-se conhecido entre os corredores de rua da cidade de Maringá (gostei da expressão, kkk). Prá quem não sabe, ele é sargento da FAB (Força Aérea Brasileira), encarregado do setor de manutenção de aviões e até onde me consta, vascaíno (Poxa!!! Ninguém é perfeito mesmo, kkk). Gentilmente nos recebeu no Aeroporto Regional Silvio Name, onde estava localizada uma base da aeronáutica, que realizava a OPERAÇÃO ÁGATA 2 (vigilância do espaço aéreo brasileiro na região de fronteira). Apaixonado por corrida de rua, nas horas de folga aproveitou para "rodar" um pouco em nossa cidade e desfrutar um pouco de suas belezas. Foi um prazer receber a sua visita em nossa cidade e quando quiser voltar, estaremos de portas abertas, SEJA sempre BEM-VINDO.segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Vovó Olga - um fenômeno!!!
Imagine passar dos 90 anos de idade e ainda ter a musculatura justa, firme e em desenvolvimento. Isso é quase impossível de imaginar. Mas no programa Esporte Espetacular de ontem (programa da Rede Globo) nos foi apresentado o caso de Olga Kotelko, ou simplesmente VOVÓ OLGA, filha de imigrantes ucranianos radicados no Canadá, que aos 92 anos desafia a fisiologia humana e esportiva. Na foto ao lado (cedida, ops! pela Rede Globo), vovó Olga durante um treinamento de corrida em pista. Quem sabe a gente chega lá, kkk. Vejam o vídeo no link abaixo, vale à pena.AQUI ... VÍDEO COM A MATÉRIA - GLOBO ESPORTE - 01/10/2011
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